VAGANDO POR ESTE MUNDO, à mercê do vento, os corpos batidos e curvados por ele, à frente um horizonte que se dissolve continuamente, substituído por outro e mais outro. Filmes, livros, CDs, fotografias, pinturas, tudo que amamos e que se esvai, sob império desse mesmo sopro que atravessa ruínas desde muito antes de todos os nascimentos. Comentários, impressões, registros, vidas, espantos, ressurreições. Tudo que podemos, sempre pouco diante do muito que sonhamos.
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